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Falando o "Gonçalês"


Ela já foi uma das maiores produtoras agrícolas do império...


...é o décimo maior município do Estado do Rio de Janeiro...



...mas perdeu muuuuuita coisa para a vizinha Niterói (isso em território, pois tem a segunda maior população do Estado, só perdendo para a Capital)!


Estamos começando aqui o "Falando o Gonçalês": Uma série de postagens do RDV contando um pouco da história de São Gonçalo D´Amarante e mostrando alguns de seus 91 bairros (e outros não reconhecidos pela prefeitura da cidade).

Hoje, vamos apresentar dois bairros que se originaram de duas estradas: A Legião e a Meia-Noite.


E novamente contamos com a receptividade e espontânea colaboração da galera do Onibus Cariocas: Felipe Pacheco (o ilustríssimo "Fonseca") e Rodrigo Gomes. Valeu, rapaziada!!!

A viagem começa em Alcantâra (Ela já esteve aqui como uma terra de "gigantes", mas em breve voltará ao RDV para ter sua história contada), na linha 54 MEIA NOITE x ALCÂNTARA da Auto Onibus Alcantara.

A linha passa por diversas estradas: Cada uma com uma paisagem "melhor" que a outra, mostrando a realidade gonçalense.

Mas, antes de chegar a elas ela cruza algumas ruas conhecidas dos "alcantaranenses" como a Feliciano Sodré, Alfredo Backer e a Avenida Maricá (Que não nos leva a Maricá!).

A Primeira estrada que a 54 adentra, antes de entrar e sair em várias ruas é a Raul Veiga. Raul Veiga foi presidente do estado do Rio de Janeiro entre 1918 e 1922 e sua mãe foi neta da Baronesa de Duas Barras.

A segunda estrada tem algo a ver com o "Fonseca": É a Estrada do Pacheco.


Nela você pode ter o encontro (ou o desencontro) de linhas da Alcântara: A 54 se encontra com a 18, que liga Alcântara a Legião, em rota circular.

E é circulando que vamos seguindo para a Estrada do Sacramento...

...e para a Estrada de Santa Izabel.


Curiosidade: A empresa que operava essa linha antes da Alcantara, era a "Sta. Bebel". E mais estranho ainda é que no site do SETRERJ, tanto a 54 como a 18 constam como sendo operadas pela "falecida" gonçalense.
E para qual direção seguir?? Melhor dar uma paradinha na Estrada do Anaia(Depois de cruzar a Estrada da Meia-Noite)...






...e verificar que o Torino GV, chassi MB OF1620 e que já andou por ruas mais asfaltadas a serviço da Mauá, ainda dá conta do recado por vias nada "lisas".Pelo menos, parece estar mais "limpo" que um Ingá e disposto a mais uma viagem. Mas, antes vamos falar um pouco da Estrada do Anaia.

Anaia é mais do que o nome de uma estrada... É um bairro, aliás são dois: No segundo distrito de Ipiíba, existem o bairro Anaia Pequeno e a Anaia Grande, que além da Mauá é servida também pela Viação Nossa Senhora do Amparo com uma linha ligando o bairro a Niterói.E pela Estrada do Anaia, vamos retornar a Estrada da Meia-Noite!


E como não poderia deixar de ser, o DETALHE É QUE VALE!!! Reparem no relevo do prefixo anterior deste Torino GV: Olha aí o ex-RJ 185.078!

A volta para a "civilização" deve ter sido longa para nossos "viajantes". Mas não acaba aqui, por que São Gonçalo D´Amarante é grande e nós vamos explorar cada canto deste pedaço de chão e seus 90 e tantos bairros.

Não importando se para isso teremos que enfrentar uma Legião a Meia-Noite e cruzar o caminho do Pacheco, contando com as bençãos de Santa Izabel.

Pode não ser uma Sacramento, Califórnia... mas é São Gonçalo!

Abraço e tudo de bom!













Texto: Luiz Antonio Doria

Fotos: Rodrigo Gomes, Acervo MEMOR/História de São Gonçalo e http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?p=23142022 (Site sobre São Gonçalo)

3 comentários:

  1. pode ter certeza de que não mesmo, Doria... a segunda parte destas incursões em terras gonçalenses está por vir, MUITO EM BREVE!
    Aguarde!

    Grande abraço e até a próxima!

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  2. Sabia que existem muitos sites com uma incrível quantidade de acessos por dia, mas não recebeu nenhum lucro sobre o mesmo ou são capazes de vender alguma coisa?

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  3. Olá estou aqui para parabeniza-los pela matéria engrivel, adorei ver tudo isso, até porque essa é minha realidade e de muitas pessoas q aqui vivem,e acabam sento espostas a tanta barbaridade desse lugar, q já passou por tantas promeças e não foi resolvido nada.

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