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A Itaboraí que se esconde

Fala, pessoal!
E desta vez, para mostrar que a equipe do Relatos de Viagem Etc. está disposta a sacolejar para te mostrar o Rio de Janeiro que nem todo mundo conhece, adentra Itaboraí pela porta dos fundos.

A história vocês já conhecem. Se não, clique aqui para ver o post com a história de Itaborahy.
Até não muito tempo atrás, boa parte da cidade era ocupada por plantações de laranja, e elas ainda existem ao longo do município. Não as encontramos neste trajeto...

Que foi pela BR493, de Manilha à altura de Itambi, onde adentramos. Esqueça asfalto quando fora da rodovia...
Na foto acima, a Estação Ferroviária de Itambi, aguardando sua justa revitalização. É uma área bastante populosa, e que faz parte da linha de trem Visconde de Itaboraí x Barreto, cujo leito será aproveitado (será mesmo?!) para a Linha Três do Metrô?
Só um aparte: há quem diga que a sonhada voz "Estação Alcântara. Desembarque somente pelo lado direito" será ouvido lá pelos idos de 3829. Teoricamente, até lá já estarão em circulação as composições entre Niterói e Guaxindiba, São Gonçalo, e de lá até Visconde, um trem que completaria o trajeto, passando inclusive na estação da foto acima.

Para os cavalos pastarem livremente sobre os verdes prados e o celeste azul rodeado de nuvens de algodão... Uau, mas como é poética a paisagem rural.

E não tem trégua não! Até a pista a ponte sobre este pequeno rio é coberta de chão!

Além das caixas e exportações que deram nome à localidade, Porto das Caixas também é conhecida pelas ruínas de uma igreja que, além da atribuição de milagres, já foi cenário de obras da teledramaturgia brasileira. Pelo que pudemos perceber, de ônibus não dá para ver as ruínas não.
Mas fica no ar a novidade. Parece suntuosa e moderna a igreja que surge do alto das estradas de chão do Porto.

Até um espelho d'água encontramos por lá... Não sabemos dizer se foi devido ao período de chuvas que antecedeu nosso roteiro ou se é um lago mesmo. Com a palavra, os moradores locais :)


Piuí, tic-tac! Eis que vemos um trenzinho na localidade de Areal. A julgar pelas cores, será da Rio Ouro? Hehehehe...


E, enfim, após uma hora e meia a bordo de um corajoso Torino GV da linha 124A (Alcântara x Itaboraí, via Porto das Caixas), chegamos ao centro da outrora Terra da Laranja. E tem muito mais por vir: fomos até Tanguá. E por dentro!!!

Abraços, obrigado pela visita, e voltem sempre :)

2 comentários:

  1. Ainda passa trem nesse pedaço da linha, em Itambi? Rodrigo, tu confirmas?

    Abraços e parabéns pelo excelente trabalho!!!

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  2. O ramal do Barreto não funciona mais para passageiros, certo?

    Pior é que uma professora minha fez pesquisa lá em Porto das Caixas...

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