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Roteiro Norte - Espera Feliz e Dores do Rio Preto

Só em Minas existe espera desse tipo... e no Espírito Santo, temos as dores intermináveis do Rio Preto.

ESPERA FELIZ

Diz uma tradição oral que na segunda metade do século XIX, uma COMISSÃO DE ENGENHEIROS enviada pelo GOVERNO IMPERIAL DE D. PEDRO II, acampou onde se encontra hoje o centro da cidade. Tendo feito com êxito várias caçadas de animais silvestres, abundantes no local, perceberam que determinado ponto junto à margem do Rio São João, onde hoje se localiza a Pça da Bandeira, favorecia a caçada, pois constituía uma “feliz espera”.

Praça da Bandeira

Do atual Município, a primeira povoação que se formou foi a de São Sebastião da Barra, distante seis quilômetros da Sede atual. O primeiro proprietário de terras no local da atual cidade foi o Tenente – Coronel Francisco Xavier Monteiro Nogueira da Gama. Mais tarde transferiu estas para Antônio Francisco de Oliveira. Este, sem recursos para explorar o imóvel, transferiu no ano de 1873, para o seu cunhado Antônio Carlos de Souza. Os motivos de fixação e do desbravamento foi a busca de terras férteis para a agricultura; a mineração viria apenas no século XX. Em 1848, Manoel Francisco Pinheiro introduziu a cultura do café na região.

Em 1910, com a inauguração da ESTAÇÃO FERROVIÁRIA, o povoado recebeu o nome de FELIZ ESPERA. Entre 1912 a 1915 teve a denominação alterada para LIGAÇÃO, devido ser entroncamento ferroviário com o ESTADO DO ESPÍRITO SANTO. Em 1915, a sede do DISTRITO DE SÃO SEBASTIÃO DA BARRA foi transferida para o povoado, retornando a denominação de FELIZ ESPERA. Em 1923 passou a denominar-se ESPERA FELIZ. Passou a cidade em 17 de dezembro de 1938. O gentílico local é “esperafelicense”.

Fonte: Prefeitura Municipal de Espera Feliz

DORES DO RIO PRETO


Depois de atravessar a fronteira com Minas, de quem vem de Carangola, é o primeiro reduto capixaba, depois vem a pequenina São Pedro de Rattes.

Igreja da Paróquia de Nossa Senhora das Dores


Os primeiros moradores do lugar foram imigrantes mineiros, italianos e portugueses. A partir de 1912 o lugar passou a ser servido por uma estrada de ferro, hoje desativada como em tantos outros municípios capixabas.

Fonte: City Brazil (www.citybrazil.com.br)


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