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Recantos do Rio - O Campo de Santana

Todo carioca já passou por aqui. Seja apenas para encurtar a distância para se chegar ao Saara, seja para desfrutar desse magnífico parque.

Tudo começou em 1880, quando D. Pedro II inaugurou o parque do Campo de Santana. Até o século XVII, o local era nada mais nada menos que um terreno alagadiço com vegetação rasteira.

O parque foi projetado por Auguste Marie François Glaziou, em estilo inglês. Glaziou optou por um jardim de efeito paisagístico, e podemos dizer que ele foi feliz em sua opção. Em 1968, o governo do estado decretou o tombamento do parque.

Um dos habitantes do Campo de Santana.

O Campo, além de sua extensa área verde, é habitado por simpáticas cotias, gatos, patos, gansos e pavões, como este abaixo.

Um dos pavões que aqui habitam.

Benjamin Constant e as Quatro Estações

Elas se encontram na área central do parque, junto a um baluarte da História do Brasil. São as quatro estações do ano junto a Benjamin Constant.

O carioca curte mais estas duas estações: muito sol e flores!

Abaixo, um belo monumento a Benjamin Constant.


Nela, se encontram trechos de alguns discursos proferidos por ele.
Destacarei dois:
"A Humanidade vale mais que a Pátria e a Pátria vale mais que a Família", e
"A República não pode encontrar melhores luzes do que na Religião que se resume na fórmula: O Amor por princípio, a Ordem por base e o Progresso por fim".

Luta desigual

Podemos fazer uma analogia comparativa: a Besta-Fera dos maus costumes e da corrupção, mesmo ferida, tenta aniquilar a honestidade, a ética e os bons costumes.

E, para encerrar... A gruta.

Um grande abraço, e valeu pela visita :)

Texto e fotos: Viajante Dória.

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